Avaliação dos agentes protetores para restaurações com cimento de ionômero de vidro

Mariana Silva Ferreira, Narriman Gabrielli de Almeida Pereira, Celso Monteiro da Silva, Lais Regiane da Silva Concilio, Adriene Mara Souza Lopes e Silva

Resumo


Os materiais restauradores, como, por exemplo, o ionômero de vidro, devolvem a função mastigatória. A maioria deles entra em contato e interage com os tecidos e fluidos orais, sendo importante considerar-lhes as propriedades físicas, mecânicas e a biocompatibilidade. Esse trabalho objetivou avaliar a eficiência dos materiais empregados na proteção de corpos de prova confeccionados com ionômero de vidro em relação ao peso. Foram confeccionados para o experimento quarenta corpos de prova, com o material restaurador ionômero de vidro convencional da marca Maxxion R®, de acordo com as especificações do fabricante. As substâncias utilizadas para os testes de proteção foram: vaselina líquida, vaselina sólida e base incolor da marca Risque®. Os corpos de prova foram divididos em quatro grupos aleatoriamente: no Grupo 1, grupo controle, após a presa inicial não receberam proteção; no grupo 2, foram protegidos com uma fina camada de vaselina líquida; no grupo 3, foram protegidos com uma fina camada de vaselina sólida; e no grupo 4, foram protegidos com uma fina camada de base incolor marca Risque®. Em seguida, os corpos de prova foram mantidos em um recipiente contendo 2mL de soro fisiológico, permanecendo em uma estufa a 26ºC durante 24 horas. Os corpos de prova foram pesados logo após a proteção e 24 horas após, em balança digital. Os dados foram anotados em fichas próprias e tabulados. A análise estatística foi realizada no programa GMC pesquisa biológica. Não foram encontradas diferenças estatisticamente significantes entre os valores de peso nos diferentes grupos. Os resultados permitiram concluir que os agentes de proteção utilizados no experimento foram eficazes na proteção do CIV.


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