Comparação de métodos para a superação de dormência do mutambo (Guazuma ulmifolia)

Autores

  • Sarah Amado Pontifícia Universidade Católica de Goiás
  • Taryana Coelho Sales Barbosa Pontifícia Universidade Católica de Goiás
  • Rafael Cosme Machado Universidade Federal de Goiás

Palavras-chave:

escarificação química, tegumento, germinação.

Resumo

As sementes de Guazuma ulmifolia Lam. apresentam dormência tegumentar, sendo necessária a realização de escarificação química ou choque térmico. O objetivo deste estudo foi testar metodologias para a quebra de dormência e melhor germinação das sementes de G. ulmifolia. Os experimentos de germinação envolveram 48 tratamentos e 2 controles negativos, um com sementes desinfestadas em hipoclorito de sódio a 1% e outro com sementes sem desinfestar. Para interpretação dos resultados foram avaliados: índice de velocidade de germinação, tempo médio e germinabilidade. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado (DIC). Como resultado, a imersão em ácido sulfúrico durante 60, 120 e 180 minutos foi o melhor tratamento para superação de dormência; o segundo melhor tratamento foi a imersão em etanol durante 40, 50 e 60 minutos; a acetona, éter, ácido clorídrico e água no ponto de ebulição não foram eficientes na superação de dormência, pois a germinação nesses tratamentos se igualou aos controles negativos.

Biografia do Autor

Sarah Amado, Pontifícia Universidade Católica de Goiás

Graduada em Ciências Biológicas - Bacharelado na Pontifícia Universidade Católica de Goiás (2013) e mestranda em Ciências Ambientais e Saúde (subárea: Ecologia e Produção Sustentável) na mesma instituição. Atualmente realiza pesquisas sob orientação do professor Dr. Jales Teixeira Chaves Filho.

Taryana Coelho Sales Barbosa, Pontifícia Universidade Católica de Goiás

Possui graduação em Ciências Biológicas pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (1998) e mestrado em Agronomia, área de concentração Genética e Melhoramento de Plantas. Atualmente é pesquisadora no Laboratório de Biotecnologia Vegetal da Pontifícia Universidade Católica de Goias, desenvolvendo pesquisas na área de Biotecnologia Vegetal.

Rafael Cosme Machado, Universidade Federal de Goiás

Graduado em Biologia - Bacharelado, pela PUC-GO (2011). Atualmente é discente do Curso de Estatística da UFG (Graduação) e do Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade Vegetal da UFG (Mestrado).

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Publicado

2015-11-09

Edição

Seção

Ciências da Natureza