LETRAMENTO AUTÔNOMO E LETRAMENTO IDEOLÓGICO:

CONSIDERAÇÕES A PARTIR DO PENSAMENTO COMPLEXO

Autores

DOI:

https://doi.org/10.69609/2176-8625.2026.v32.n1.a4059

Resumo

O presente texto apresenta um estudo bibliográfico que discute os sentidos e as finalidades do letramento no cenário escolar e além dos muros da escola. O estudo tece uma breve reflexão teórica sobre os significados da leitura e da escrita para o indivíduo e a sociedade, com base em dois modelos de letramento propostos por Brian Street: o autônomo e o ideológico. A argumentação, fundamentada no Pensamento Complexo sistematizado por Edgar Morin, estabelece um diálogo entre os princípios da complexidade e os modelos de letramento. A partir da convergência com o modelo ideológico, o estudo conclui que a leitura e a escrita transcendem meras habilidades técnicas. O letramento é compreendido como uma chave para a participação ativa no mundo, atuando como uma ponte que articula as partes com o todo: o processo educativo, o desenvolvimento do indivíduo e sua inserção na sociedade. Nessa perspectiva, o letramento representa o encontro entre a oralidade, base de nossas experiências e histórias, e a escrita, que as organiza e comunica ao mundo.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Métricas

Carregando Métricas ...

Biografia do Autor

Sandra Alves FARIAS, Universidade Federal do Norte do Tocantins

Mestre em Educação pela Universidade de Uberaba. Doutoranda no
Programa de Pós-Graduação em Linguística e Literatura (PPGLLIT), da
Universidade Federal do Norte do Tocantins (UFTN).

Maria José de PINHO, Universidade Federal do Norte do Tocantins

Doutora em Currículo e Educação pela Pontifícia Universidade Católica
de São Paulo (PUC- SP). Professora do Mestrado e Doutorado em Ensino
de Língua e Literatura e do Mestrado em Educação da Universidade
Federal do Tocantins.

Downloads

Publicado

2026-03-10

Como Citar

FARIAS, S. A., & PINHO, M. J. de. (2026). LETRAMENTO AUTÔNOMO E LETRAMENTO IDEOLÓGICO:: CONSIDERAÇÕES A PARTIR DO PENSAMENTO COMPLEXO. Caminhos Em Linguística Aplicada, 32(1), 298–315. https://doi.org/10.69609/2176-8625.2026.v32.n1.a4059