GESTÃO E PLANEJAMENTO REGIONAL: DA CIDADE CINZA PARA A CIDADE ESPONJA VISANDO IMPACTOS POSITIVOS NA RESILIÊNCIA URBANA

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.69609/1516-2893.2026.v32.n2.a4287

Palabras clave:

Ciudad Esponja, Resiliencia Climática, Drenaje Urbano, Soluciones Basadas en la Naturaleza, Economía Verde

Resumen

La intensificación de los eventos hidrometeorológicos extremos expone la vulnerabilidad estructural de los grandes centros urbanos, caracterizada por una impermeabilización acelerada y una gestión fragmentada del drenaje urbano. Este artículo analiza la necesaria transición del modelo tradicional de infraestructura gris al paradigma de la ciudad esponja, vinculándolo al contexto normativo recientemente establecido por la Norma de Referencia N° 12/2025 de la Agencia Nacional de Agua y Saneamiento Básico (ANA). La metodología incluyó una revisión bibliográfica, análisis documental y una comparación internacional de los fundamentos conceptuales de la transición de ciudades grises a ciudades esponja, su eficacia ecológica y sus impactos económicos. Se investigaron estudios para evaluar cómo las soluciones basadas en la naturaleza (SbN) pueden mitigar riesgos, reducir costos de desastres, ampliar los servicios ecosistémicos urbanos y reposicionar a las ciudades brasileñas frente a la crisis climática. Esta investigación concluyó, tras un análisis PESTEL, que la nueva normativa, al establecer directrices técnicas y ampliar la gobernanza multiescalar, crea condiciones sin precedentes para la reconfiguración urbana basada en la adaptación, la planificación regional integrada y la justicia socioambiental.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Guilherme Alexandrino Passos, FATEC São José dos Campos

FATEC São José dos Campos/SP

Thaís de Carvalho Silva, FATEC São José dos Campos

FATEC São José dos Campos/SP

Roque Antônio Moura, Universidade de Taubaté

Posdoctorado en Ingeniería de Producción por la Universidad Estatal Paulista (UNESP). Posdoctorado en Ingeniería y Educación por la Universidad de São Paulo (USP). Máster en Ingeniería Mecánica por la Universidad de Taubaté. Licenciado en Ingeniería Mecánica, Logística y Ciencias Jurídicas. Coordinador y profesor de un curso en FATEC São José dos Campos. Coordinador del programa de posgrado lato sensu en la Universidad de Taubaté. Investigador voluntario en gestión de riesgos, prevención y rescate de desastres con la Defensa Civil del Estado de São Paulo (CEPED/SP y CEETEPS). Miembro de la Iniciativa Global CDIO (http://www.cdio.org/).

Citas

ADMIRAAL, H., CORNARO, A., 2019. Future cities, resilient cities : the role of underground space in achieving urban resilience. Underground Space 2 001.

ANA. Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico. (2025). Norma de Referência nº 12/2025: Diretrizes para Serviços Públicos de Drenagem e Manejo de Águas Pluviais Urbanas. Brasília.

BAEK, S.S., CHOI, D.H., JUNG, J.W., LEE, H.J., LEE, H., YOON, K.S., CHO, K.H., 2015. Optimizing low impact development (LID) for stormwater runoff treatment in urban area, Korea: experimental and modeling approach. Water Res. 86, 122–131.

BAPTISTA, M.; NASCIMENTO, N. O.; BARRAUD, S. Técnicas compensatórias em drenagem urbana. 3. ed. Porto Alegre: Associação Brasileira de Recursos Hídricos (ABRHidro), 2022.

BENEVIDES, K. D. G.; RUFINO, L. J. G. C.; DOS SANTOS, D. F. A.; BENEVIDES, M. P.; PIMENTA, C. D.; DE OLIVEIRA, M. R.; DE MOURA, R. A. (2025). Inteligência Artificial na educação de indivíduos adultos com 50 anos de idade ou mais: abordagem assistiva. ARACÊ , [S. l.], v7, n8, p. e7160. DOI: 10.56238/arev7n8-085. https://periodicos.newsciencepubl.com/arace/article/view/7160.

BRASIL. Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA). Resolução ANA nº 245, de 17 de março de 2025. Aprova a Norma de Referência ANA nº 12/2025, que dispõe sobre a estruturação dos serviços públicos de drenagem e manejo de águas pluviais urbanas. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 18 mar. 2025.

DE MOURA, R. A.; BENEVIDES, M. P; et al.; (2025). Neuroergonomia no controle ... e artificial feel e melhor feedback háptico. ARACÊ , [S. l.], v7, n9, pe8071. DOI: 10.56238/arev7n9-139. Disponível em: https://periodicos.newsciencepubl.com/arace/article/view/8071. Acesso 13set2025.

FERENTZ, L. M.; MELLO, C. G. A Capacidade do Estado frente a gestão de riscos e desastres após a Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (Lei 12.608/2012). Revista Brasileira de Políticas Públicas, v. 10, n. 1, 2020.

FERNANDES, W. S.; DOS SANTOS, D. F. A.; BENEVIDES, M. P.; DE OLIVEIRA, M. R.; GOUSSAIN, B. G. C. S.; DE MOURA, R. A. (2025). Neuroergonomia sustentável: minimizando erros e maximizando eficiência na coleta seletiva de resíduos industriais. ARACÊ , [S. l.], v. 7, n. 10, p. e8749. DOI: 10.56238/arev7n10-051. https://periodicos.newsciencepubl.com/arace/article/view/8749.

FOGEIRO, J. S. Cidade Esponja-Aplicação do Conceito e Métodos no Bairro Marechal Gomes da Costa. Dissertação de Mestrado - Faculdade de Ciências da Universidade do Porto. Porto. 2019.

GÓMEZ, V. et al. Soluções Baseadas na Natureza para Cidades Resilientes. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2023.

IUCN. Global Standard for Nature-based Solutions. 1. ed. Gland: International Union for Conservation of Nature, 2020.

LIU, H.; WANG, R. Urban Flood Management and Sponge Strategies. Journal of Hydrology, 2021. DOI: 10.1016/j.jhydrol.2020.125614.

LONDE, L. R.; COUTINHO, M. P.; DI GREGÓRIO, L.T.; SANTOS, L. B. L.; SORIANO, E. Desastres relacionados à água no Brasil: perspectivas e recomendações. Ambiente & Sociedade, v. 17, p. 133-152, 2014.

MARCELINO, E. V.; NUNES, L. H.; KOBIYAMA, M. Banco de dados de desastres naturais: análise de dados globais e regionais. Caminhos de Geografia, v. 6, n. 19, p. 130-149, 2006.

MARENTES, F.; GUERRA, A. Green infrastructure and urban resilience. Urban Ecosystems, 2024. DOI: 10.1007/s11252-024-01345-0.

MOURA, R. A.; MOURA, M. L. S. 2019. Aplicação da engenharia estrutural segura na montagem do veículo “baja” para aprendizado acadêmico e aprimoramento profissional dos discentes. Revista Sodebras [on line]. vol. 14. n° 12, pp 31-36. ISSN 1809-3957. DOI: 10.29367/issn.1809-3957.14.2019.162.31

MOURA, R. A.; VILLARTA, C. J. B.; BENEVIDES, M. P.; RICHETTO, M. R.; ROSA JUNIOR, O.;, SANTOS, D. F. A. (2024). Anthropometry, neuroergonomics and immersive technologies for the workplace’s future: safer, self-sustainable and digital. RGSA, 18(12), e09859. https://doi.org/10.24857/rgsa.v18n12-032

NOBRE, C. Boletim ECOA. Disponível em: . Acesso em: 27 ago. 2024.

ODS. (2023). Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Nações Unidas Brasil. Objetivo 13: Combate os impactos de eventos climáticos extremos, como chuvas intensas e secas. Disponível em: https://brasil.un.org/pt-br/sdgs/13. Acesso em: 01maio2026.

OLIVEIRA JUNIOR, H. S.; VIAGI, A. F.; MOURA, R. A. (2025). Aplicações dos conceitos da neuroengenharia ... manutenção e autossustentabilidade. Revista Exatas, [S. l.], v. 31, n. 2, 2025. DOI: 10.69609/1516-2893.2025.v31.n2.a4033. https://periodicos.unitau.br/exatas/article/view/4033

PASSOS, L. S. A. A tríade internacional norteadora da redução de riscos e desastres. Jornal da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (CEPED-RS/ UFRGS). 08/05/24. Disponível em: < https://www.ufrgs.br/jornal/a-triade-internacional-norteadora-da-reducao-de-riscos-e-desastres/>.

QIAO, Xiu-Juan. Maintenance of low impact development facilities: A case study of pilot sponge cities in China. Journal of Cleaner Production, v. 425, p. 139008, 2023.

SHAFIQUE, M.; KIM, R. Green stormwater infrastructure with low impact development concept: A review of current research. Desalination Water Treatment, v. 83, p. 16-29, 2017.

TAVAKOL-DAVANI, H., BURIAN, S.J., DEVKOTA, J., APUL, D., 2016. Performance and cost-based comparison of green and gray infrastructure to control combined sewer overflows. Journal of Sustainable Water in the Built Environment 2 (2).

TUCCI, C. E. M. Hidrologia: ciência e aplicação. 4. ed. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2020.

VARIZA, J. A. S.; SCHUH, A. L.; MUKAI, H. (2025). Architectural foundations for adapting sponge city models to brazilian urban contexts. In: Anais do 12º Simpósio de Sustentabilidade da FAG. Additional international literature on Sponge Cities (Wuhan, Rotterdam).

XIONG, J., REN, S., HE, Y.,WANG, X.C., BAI, X.,WANG, J., DZAKPASU, M., 2019. Bioretention cell incorporating Fe-biochar and saturated zones for enhanced stormwater runoff treatment. Chemosphere 237, 124424.

YIN, R. K. Estudo de caso: planejamento e métodos. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2018.

ZANON, A. F.; DE CARVALHO, J.; BENEVIDES, K. D. G.; BENEVIDES, M. P.; VILLARTA, C.; DE MOURA, R. A. (2025). Neuroergonomia: minimizar desconfortos e maximizar a percepção de bem-estar... DOI: 10.56238/arev7n11-272. https://periodicos.newsciencepubl.com/arace/article/view/10264.

ZEVENBERGEN, C.; FU, D.; PATHIRANA, A. (Ed.). Sponge cities: Emerging approaches, challenges and opportunities. Switzerland, 2018.

ZHANG, L.; LI, Y. Sponge City Concept in China: Performance Evaluation and Applications. Water Research, 2023. DOI: 10.1016/j.watres.2023.119123.

Publicado

2026-06-04

Cómo citar

Passos, G. A., Silva, T. de C., & Moura, R. A. (2026). GESTÃO E PLANEJAMENTO REGIONAL: DA CIDADE CINZA PARA A CIDADE ESPONJA VISANDO IMPACTOS POSITIVOS NA RESILIÊNCIA URBANA . Revista Ciencias Exactas, 32(2). https://doi.org/10.69609/1516-2893.2026.v32.n2.a4287

Número

Sección

Artigos