Selamento provisório de molares permanentes em erupção com cimento de ionômero de vidro: revisão de literatura

Autores

  • Adriana Crivello Cesar Departamento de Odontologia da Universidade de Taubaté
  • Adriene Mara Souza Lopes Departamento de Odontologia da Universidade de Taubaté
  • Fernanda Noguti Departamento de Odontologia da Universidade de Taubaté
  • Luiz Fernando de Almeida Candelária Departamento de Odontologia da Universidade de Taubaté

Resumo

O primeiro molar permanente em erupção é considerado um dente crítico, com risco de desenvolver cárie em sua superfície oclusal por apresentar esmalte imaturo, morfologia complexa, lento processo de erupção e localização posterior que dificulta o acesso para a higienização, favorecendo o acúmulo de biofilme bacteriano. No intuito de proteger a superfície oclusal desses dentes, a técnica do selamento provisório foi desenvolvida principalmente para crianças de alto risco à cárie ou que apresentam atividade de cárie com manchas brancas na região dos sulcos oclusais. O objetivo deste estudo foi verificar, com base na literatura, a aplicabilidade do cimento de ionômero de vidro (CIV) como selamento provisório de molares permanentes em erupção. Concluímos que o CIV pode ser aplicado para o selamento de fossas e fissuras de molares permanentes em erupção, que é uma técnica rápida, de fácil execução e baixo custo, apresentando bons resultados na prevenção da cárie nas superfícies oclusais desses dentes.

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Como Citar

Cesar, A. C., Lopes, A. M. S., Noguti, F., & Candelária, L. F. de A. (2008). Selamento provisório de molares permanentes em erupção com cimento de ionômero de vidro: revisão de literatura. Revista Biociências, 12(2). Recuperado de https://periodicos.unitau.br/biociencias/article/view/243

Edição

Seção

Ciências da Saúde