Formas e características da infraestrutura metálica das restaurações metalocerâmicas convencionais

Autores

  • Cyntia Ferreira Ribeiro Departamento de Odontologia na Universidade de Taubaté
  • Sigmar de Mello Rode Departamento de Odontologia na Universidade de Taubaté
  • Ana Cristina Claro Neves Departamento de Odontologia na Universidade de Taubaté
  • André Lucas Filho Departamento de Odontologia na Universidade de Taubaté
  • Allan Ulisses Carvalho de Mello Mestrando em Diagnóstico Bucal na Universidade Federal da Paraíba

Resumo

O objetivo deste trabalho é, por meio da revisão da literatura, abordar e discutir as formas e características que as infra-estruturas metálicas das restaurações metalocerâmicas convencionais devem possuir para obter sucesso. Devem ser observados a espessura e o desenho do coping de acordo com o metal empregado e o dente preparado, o espaço para porcelana, o desenho do pôntico e a natureza do contato com a mucosa subjacente, a espessura e localização dos conectores e espaços para soldas, localização e tipos dos pontos de contato oclusal e proximal. É fundamental que o cirurgião-dentista seja criterioso no planejamento e prova da infra-estrutura metálica para que seja alcançado um trabalho bem sucedido.

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Como Citar

Ribeiro, C. F., Rode, S. de M., Neves, A. C. C., Filho, A. L., & de Mello, A. U. C. (2008). Formas e características da infraestrutura metálica das restaurações metalocerâmicas convencionais. Revista Biociências, 11. Recuperado de https://periodicos.unitau.br/biociencias/article/view/490

Edição

Seção

Ciências da Saúde